domingo, 15 de novembro de 2015

Dias 23 e 24 – Tailândia – Krabi – Mergulhos de novo e mais praia(!)

    Saímos cedo de Phi Phi no vigésimo terceiro dia e pegamos um barco para Krabi que seria nossa última parada na Tailândia.

    Krabi é uma cidade costeira que como as outras possui praias maravilhosas, mas com uma estrutura bem melhor. Aqui o que se tem para faze é o mesmo que em todos esses últimos lugares, praias, snorkel, mergulhos, massagem, etc. Eu confesso que apesar de gostar de praia, não sou um fanático e depois de tantas ilhas paradisíacas eu já estou meio cansado de tanto sol, areia no short, sal e principalmente eu estou cheio dos infindáveis peixes amarelos que aparecem em todo lugar. Se esse peixe for comestível eu acho que acabo de descobrir como erradicar a fome no mundo, pois aonde quer que eu vá, lá estão esses infinitos peixinhos para me encher a paciência.

    Como o vigésimo terceiro dia acabou encurtado pela viagem, só restou dar uma passeio pela orla e conhecer um pouco mais da cidade. Aproveitamos para fechar o passeio do dia seguinte que é o 7 Islands of Krabi Sunset (As sete ilhas de Krabi com pôr do sol). Esse passeio seria nosso único em Krabi, já que nossa estadia ali é limitada a dois dias, mas ele nos leva para conhecer boa parte dos pontos turísticos, e para melhorar ele ainda promete um churrasco no barco! Com imagens de picanhas no espeto, partimos para o passeio que nos saiu 650 baht por pessoa (uns 70 reais).



Orla de Krabi.



    A primeira comentário que faço sobre o passeio, é que apesar do nome de sete ilhas, ele só vai em três(malandrinhos). Ele passa em Poda, Tup Islets e Chicken Island, sendo que duas dessas são parte de um parque nacional e tem uma pegadinha de 400 baht para entrar (uns 45 reais).

    As prais como sempre são muito bonitas, com água quentinha e peixes amarelos para lhe encher o saco. Dependendo da maré, pode-se ver o banco de areia que liga duas delas e na última ilha ainda é possível escalar um paredão rochoso, curtir o pôr do sol e ver mais alguns dos macacos mal-educados roubando a comida dos turistas.

    Por falar nessa última ilha, nela encontramos um altar dedicado ao novo Deus preferido do André. Quando ele viu o altar, automaticamente se ajoelhou, rezou, louvou e prometeu compartilhar partes íntimas de seu ser para o bem da irmandade. Confira a foto do altar de adoração:

Templo para o André rezar.


    Fora isso depois de apreciarmos o pôr do sol, ainda é possível fazer uma parada de barco para ver os glowing plankton, (plânctons brilhantes), que são uns plânctons bioluminescentes que brilham quando passamos a mão na água. Tentei tirar fotos, mas é difícil pegar algo que brilha tão rapidamente. O guia chegou a pegar um balde de água e derramar no barco, assim fica possível ver o brilho deles na água que escoa.

    Esperei então ansiosamente pelo meu churrasquinho no jantar, mas para variar foi uma decepção. Era um espetinho com alguns poucos pedaços de frango e muita pimenta. A picanha infelizmente vai ter de esperar a volta ao Brasil.

    Esse foi nosso último dia na Tailândia, já que o próximo é só de viagens. Ainda temos uns dois dias em Amsterdã, mas apesar de estar cansado de praia, confesso que sentirei um pouco de falta daqui, tirando é claro algumas exceções como os malditos peixes amarelos e a comida tailandesa. Já o André não se conforma em ter de deixar as mulheres tromba e pior ainda, não se conforma de não ter deixado um pedaço de si como lembrança nesse país, mas a operação era em dólar e estava muito caro.





Peixes amarelos me perseguem.



Tempestade chegando.



Macaco safadinho roubando uma coca.





Sol se pondo.

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