Saímos
cedo de Phi Phi no vigésimo terceiro dia e pegamos um barco para
Krabi que seria nossa última parada na Tailândia.
Krabi é
uma cidade costeira que como as outras possui praias maravilhosas,
mas com uma estrutura bem melhor. Aqui o que se tem para faze é o
mesmo que em todos esses últimos lugares, praias, snorkel,
mergulhos, massagem, etc. Eu confesso que apesar de gostar de praia,
não sou um fanático e depois de tantas ilhas paradisíacas eu já
estou meio cansado de tanto sol, areia no short, sal e principalmente
eu estou cheio dos infindáveis peixes amarelos que aparecem em todo
lugar. Se esse peixe for comestível eu acho que acabo de descobrir
como erradicar a fome no mundo, pois aonde quer que eu vá, lá estão
esses infinitos peixinhos para me encher a paciência.
Como o
vigésimo terceiro dia acabou encurtado pela viagem, só restou dar
uma passeio pela orla e conhecer um pouco mais da cidade.
Aproveitamos para fechar o passeio do dia seguinte que é o 7 Islands
of Krabi Sunset (As sete ilhas de Krabi com pôr do sol). Esse
passeio seria nosso único em Krabi, já que nossa estadia ali é
limitada a dois dias, mas ele nos leva para conhecer boa parte dos
pontos turísticos, e para melhorar ele ainda promete um churrasco no
barco! Com imagens de picanhas no espeto, partimos para o passeio que
nos saiu 650 baht por pessoa (uns 70 reais).
| Orla de Krabi. |
A
primeira comentário que faço sobre o passeio, é que apesar do nome
de sete ilhas, ele só vai em três(malandrinhos). Ele passa em Poda,
Tup Islets e Chicken Island, sendo que duas dessas são parte de um
parque nacional e tem uma pegadinha de 400 baht para entrar (uns 45
reais).
As
prais como sempre são muito bonitas, com água quentinha e peixes
amarelos para lhe encher o saco. Dependendo da maré, pode-se ver o
banco de areia que liga duas delas e na última ilha ainda é
possível escalar um paredão rochoso, curtir o pôr do sol e ver
mais alguns dos macacos mal-educados roubando a comida dos turistas.
Por
falar nessa última ilha, nela encontramos um altar dedicado ao novo
Deus preferido do André. Quando ele viu o altar, automaticamente se
ajoelhou, rezou, louvou e prometeu compartilhar partes íntimas de
seu ser para o bem da irmandade. Confira a foto do altar de adoração:
| Templo para o André rezar. |
Fora
isso depois de apreciarmos o pôr do sol, ainda é possível fazer
uma parada de barco para ver os glowing plankton, (plânctons
brilhantes), que são uns plânctons bioluminescentes que brilham
quando passamos a mão na água. Tentei tirar fotos, mas é difícil
pegar algo que brilha tão rapidamente. O guia chegou a pegar um
balde de água e derramar no barco, assim fica possível ver o brilho
deles na água que escoa.
Esperei
então ansiosamente pelo meu churrasquinho no jantar, mas para variar
foi uma decepção. Era um espetinho com alguns poucos pedaços de
frango e muita pimenta. A picanha infelizmente vai ter de esperar a
volta ao Brasil.
Esse
foi nosso último dia na Tailândia, já que o próximo é só de
viagens. Ainda temos uns dois dias em Amsterdã, mas apesar de estar
cansado de praia, confesso que sentirei um pouco de falta daqui,
tirando é claro algumas exceções como os malditos peixes amarelos
e a comida tailandesa. Já o André não se conforma em ter de deixar
as mulheres tromba e pior ainda, não se conforma de não ter deixado
um pedaço de si como lembrança nesse país, mas a operação era em
dólar e estava muito caro.
| Peixes amarelos me perseguem. |
| Tempestade chegando. |
| Macaco safadinho roubando uma coca. |
| Sol se pondo. |
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