terça-feira, 3 de novembro de 2015

Dia 12 – Tailândia – Chiang Mai – Elefantes infinitos

   Hoje é dia de elefantes, muitos elefantes. Fechamos um passei de um dia inteiro com o Woody Elephant House por 2.400 baht (uns 250 reais), onde aprenderíamos a montar um elefante, daríamos banho e trataríamos dos nossos futuros mais novos e gordos amigos.

    O passeio é espetacular, primeiramente eles nos ensinam os comandos que os elefantes teoricamente entendem. Os comandos são os seguintes:

    Yokaa (levanta a perna), Suum (mais alta essa perna), Haun (pare), Guwaa (direita), Sae (esquerda), Paii(vai), Toi (para trás), Bonsun (possa para um “de boa”), Bauu (devagar e Diiii(bom menino(a)).

    O engraçado que ele usou o André para demonstrar esses comandos, provavelmente devido a semelhança de peso entre eles. Toda vez que o André fazia algo certo, ganhava um cafuné na cabeça e o treinador fazia Diiiiii. Só por adestrar o André, o passeio já valeu a pena.

    Ficamos um tempo treinando os comandos nos elefantes, fazendo eles andarem para frente e para trás e depois escolhemos um para dar um passeio e posteriormente um banho no rio. O meu escolhido foi o Bayo, um elefante alto, mas cego do olho direito (um bambu que ele comia furou o seu olho). O interessante foi que vários turistas escolheram o André, o que o deixou muito orgulhoso.

    Os elefantes eram bem tranquilos, mas sempre deve-se tomar cuidado devido ao tamanho deles, mesmo sem querer eles podem te machucar. O passeio pelo parque foi bem agitado, já que tem muito sobe e desce e os elefantes cismavam de parar para fazer um rápido “lanchinho” na vegetação mais próxima. Na verdade acho que eles nem prestam muita atenção nos nossos comandos e simplesmente já sabem o que fazer.

    Quando tudo parece calmo, vem a parte mais interessante do passeio que é quando cruzamos um rio montados nos elefantes. Muitas vezes eles submergiam por completo e o banho era garantido. Após isso paramos no meio de um rio, demos banho e esfregamos os nossos obesos amiguinhos (não o André). Era divertido ver os guias mandando os elefantes jorrarem água nos turistas e como eles eram tranquilos.

    Gostei muito do passeio e dos elefantes, mas é preciso relatar aqui que eles são verdadeiras máquinas de comer e defecar. Eles sempre pareciam estar fazendo uma ou outra dessas duas tarefas, o que para nosso azar os fez ainda mais parecidos com o André! No final foi bem difícil conseguir levar o André de volta, pois os guias insistiam em dizer que ele era um dos elefantes da fazenda.


















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